Supercomputador da UFRN tem avanço no poder computacional

Publicidade

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebe apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Totalizando R$ 50 milhões, os recursos concentram esforços no Sistema Nacional de Processamento de Alto Desempenho (Sinapad).

Além da UFRN, por meio do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), também estão envolvidas as universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRGS), do Rio de Janeiro (UFRJ), de Minas Gerais (UFMG) e do Ceará (UFC). O objetivo é a revitalização de cinco unidades em diferentes regiões do país.

Atualmente, o poder computacional dessas unidades é de aproximadamente 700 teraflops, com previsão de crescimento entre 4 e 8 petaflops, unidade de medida para mensurar a capacidade de processamento de um computador. Segundo a Fapesp, esse tipo de investimento favorece a capacidade dos supercomputadores e impulsiona a pesquisa em diversas regiões, marcando um importante passo para a inovação tecnológica e científica no Brasil.

O Núcleo de Processamento de Alto Desempenho (NPAD) é responsável por cuidar do Supercomputador da UFRN. Recentemente, o NPAD já havia recebido um investimento de cerca de R$ 10 milhões em uma chamada de propostas com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Instituído pelo MCTI, o Sinapad é uma rede de centros em computação de alta performance distribuídos nas regiões do país. Esses centros são responsáveis pela demanda de ensino e pesquisa nas universidades, oferecendo suporte para o cientificismo no Brasil.

O Supercomputador da UFRN

O Supercomputador da UFRN possui mais de 70 nós computacionais que geram dados em alta velocidade e permitem um grande processamento de dados utilizados para pesquisas científicas. O NPAD atende mais de 500 pesquisadores, servindo como um polo no Nordeste em ciência de alta performance.

Imagem: Cícero Oliveira

Fonte: Agecom/UFRN

Sair da versão mobile