A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Roberson, afirmou que a decisão de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas dificilmente será revertida. Segundo ela, esse tipo de designação “normalmente não é retirado” e reflete um processo interno iniciado ainda no governo Trump.
Roberson também negou qualquer influência de políticos brasileiros, incluindo o senador Flávio Bolsonaro, na decisão. Ela destacou que a medida não envolve ações militares nem sanções contra empresas sem ligação com as facções, mas sim um esforço para enfraquecer a atuação dos grupos.
O objetivo declarado do governo americano é eliminar as operações do PCC e do CV não apenas nos Estados Unidos, mas também no Brasil e em outros países. As autoridades seguem monitorando a situação e reforçam que a classificação busca conter a expansão internacional dessas organizações.
Imagem: Reprodução
Fonte: Notícias do RN








































































