Consulta já está liberada para mais de 35 milhões de beneficiários
Cerca de 35,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do INSS já podem consultar a antecipação do décimo terceiro salário, que será pago ao longo dos próximos meses. A verificação pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou pelo site oficial do governo.
O acesso antecipado à informação permite que os segurados verifiquem valores, datas e condições de pagamento antes do início dos depósitos. O sistema organiza os dados com base no Número de Inscrição Social (NIS) e na faixa de renda do beneficiário.
A consequência é a antecipação do planejamento financeiro por parte dos beneficiários, que passam a ter previsibilidade sobre o recebimento do valor extra.
Primeira parcela começa dia 24 e segue até início de maio
A primeira parcela do décimo terceiro será paga entre os dias 24 de abril e 8 de maio, começando pelos beneficiários que recebem até um salário mínimo. Já a segunda parcela será depositada entre 25 de maio e 8 de junho.
O calendário segue a lógica escalonada do INSS, que prioriza quem recebe o piso previdenciário e distribui os pagamentos de acordo com o dígito final do NIS. Esse modelo reduz a sobrecarga operacional do sistema de pagamentos.
A consequência é a diluição dos depósitos ao longo de semanas, evitando picos simultâneos de saque e processamento.
Antecipação repete prática adotada nos últimos anos
Esta será a sétima vez consecutiva em que o décimo terceiro do INSS é pago antes do calendário tradicional, que historicamente ocorria entre agosto e dezembro. A antecipação começou durante a pandemia e foi mantida nos anos seguintes.
A decisão mantém a estratégia de antecipar renda para estimular a economia em períodos específicos do ano, especialmente no primeiro semestre, quando há menor circulação de recursos.
A consequência é a alteração permanente do calendário previdenciário, consolidando a antecipação como política recorrente.
Pagamento deve injetar R$ 78,2 bilhões na economia
A antecipação do décimo terceiro deve movimentar cerca de R$ 78,2 bilhões na economia brasileira, distribuídos em duas parcelas ao longo de pouco mais de um mês.
O volume financeiro impacta diretamente setores ligados ao consumo, como comércio e serviços, principalmente em regiões com maior concentração de beneficiários do INSS.
A consequência é o aumento imediato da liquidez na economia, com efeito direto sobre o consumo das famílias que dependem da renda previdenciária.



































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