Segundo o Sindppen/RN, os 10 Policiais Penais que foram transferidos de forma disciplinar da penitenciária de Ceará-Mirim após denúncia de Igor Cabral, condenado por desferir 60 socos na ex-companheira, sofreram uma injustiça do Sistema, e entre esses 10 policiais, estão duas policiais femininas, que relatam, com profunda dor e revolta, a injustiça que estão vivendo.
Um vídeo publicado pelas redes sociais do Sindicato, afirma que elas estão sendo acusadas, junto aos demais colegas, de agressões contra o preso, e que “agora o preso é tratado como vítima, enquanto os trabalhadores policiais são “condenados” com transferências injustas.” Veja o vídeo publicado nas redes sociais do Sindppen RN:
Abaixo, leia a nota na íntegra, divulgada pelo Sindppen RN em suas Redes Sociais:
Entre os 10 Policiais Penais TRANSFERIDOS INJUSTAMENTE de Ceará-Mirim estão duas policiais femininas, que relatam, com profunda dor e revolta, a injustiça que estão vivendo.
Elas estão sendo acusadas, junto aos demais colegas, de agressões contra o preso que covardemente desferiu mais de 60 socos em sua própria companheira, em um crime brutal que ganhou repercussão nacional.
Agora, de forma absurda, o preso em questão pratica mais um ato covarde ao acusar os profissionais policiais penais. Infelizmente, hoje, o responsável por quase matar a companheira com 60 socos é tratado como vítima, enquanto os trabalhadores policiais são “condenados” com transferências injustas.
É o Estado colocando a culpa sobre os ombros das mulheres e homens que apenas cumprem seu dever.
Imagem: Sumaia Villela
Fonte: Sindppen RN

































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