Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, passou a ser investigado em quatro inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência em órgãos do governo federal. As investigações tiveram origem a partir de informações coletadas pela PF durante o caso que apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo informações divulgadas pela CNN, os novos inquéritos foram encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF). Dois deles ficaram sob relatoria do ministro André Mendonça, que já acompanha o caso do INSS. Um terceiro foi aberto nesta terça-feira (4) pelo ministro Flávio Dino e corre sob sigilo.
Uma das apurações investiga a suspeita de que Lulinha teria atuado para favorecer uma empresa ligada a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, junto ao Ministério da Saúde.
Outro inquérito apura uma possível atuação para beneficiar uma empresa de tecnologia da informação em contratos com a Dataprev, órgão ligado ao governo federal. A empresa investigada possui contratos que somam R$ 55 milhões com o governo, segundo a CNN.
A Dataprev afirmou que seus contratos seguem a legislação e negou possuir vínculo contratual com a empresa citada na investigação.
O terceiro inquérito aberto a partir das informações coletadas pela PF ainda tem poucos detalhes divulgados. Segundo o analista de segurança pública Elijonas Maia, o caso está sob sigilo e envolve suspeitas de uso de influência dentro do governo federal.
A defesa de Lulinha, feita pelo advogado Marco Aurélio Carvalho, afirmou que as investigações seriam uma tentativa de interferência política e disse que a PF estaria buscando provas para incriminar o filho do presidente.
Imagem: Reprodução
Fonte: Novo Notícias




































































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