O projeto pretende montar unidades de aquaponia nas casas de famílias do semiárido, onde serão produzidos vegetais e peixes, em sistema fechado de recirculação de água para alimentar famílias de baixa renda, em estado de vulnerabilidade social. Essa é uma ação estratégica para o semiárido, pois, utiliza pouca água. A iniciativa visa ainda o ensino de outras tecnologias agroecológicas para ajudar na recuperação do bioma caatinga.
O projeto
“Desde 2015, como graduando em Engenharia de Aquicultura, escolhi olhar para o semiárido e suas famílias. Ajudado pelo conhecimento adquirido na UFRN, decidi trabalhar para contribuir com essas famílias e de quebra, o bioma caatinga através de tecnologias como aquaponia, canteiro econômico, fertirrigação e agrofloresta”, afirma o Engenheiro criador do Projeto, Dalmo Múcio.
E diante dos desafios de implantação do projeto, o engenheiro complementa:
“todas essas técnicas, buscam o reuso da água, que é algo estratégico para uma região, onde à água, além de bem finito, é algo muito difícil no semiárido, onde o último regime de seca severa, durou 07 anos. Meu projeto além de deixar um técnica de reuso de água e produção de alimento, contempla também, o ensino aos jovens da comunidade, envolvendo-os em atividades que aos poucos, irão trazer novas perspectivas a toda região.”




































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