Os dois principais tipos de câncer de estômago, intestinal e difuso, apresentam diferenças significativas. O tipo intestinal é mais comum em homens idosos, frequentemente associado a lesões pré-cancerígenas causadas pelo H. pylori. Já o tipo difuso, mais agressivo, afeta igualmente homens e mulheres jovens, muitas vezes sem lesões aparentes e relacionado a mutações genéticas específicas, como as do gene CDH1.
Os sintomas iniciais de câncer de estômago, conforme o Ministério da Saúde, costumam ser inespecíficos, como perda de apetite, fadiga e desconforto abdominal persistente, o que pode retardar o diagnóstico. Quando o tumor está mais avançado, sinais como vômito com sangue, presença de sangue nas fezes ou fezes escurecidas tornam-se mais evidentes. A endoscopia digestiva alta é o principal exame para identificar a doença, permitindo a visualização de lesões e a coleta de amostras para biópsia. Em casos avançados, exames complementares, como tomografia e laparoscopia, são utilizados para determinar a extensão do câncer.
O tratamento do câncer de estômago depende do estágio e das condições gerais do paciente. A cirurgia é a abordagem principal nos casos iniciais, podendo incluir a remoção parcial ou total do estômago. Em situações mais avançadas, o tratamento pode combinar quimioterapia, radioterapia e terapias-alvo. A quimioterapia é frequentemente usada para reduzir o tumor antes da cirurgia ou eliminar células residuais após o procedimento. Já a radioterapia auxilia no controle de sintomas em casos irreversíveis.
Crédito da Foto: Reprodução Freepik
Fonte: TRIBUNA DO NORTE




































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